sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Prosa do campo

Os campos são meus novamente por que na verdade nunca foram de ninguém...
A liberdade que m'envolve acomoda todo um mundo; oruindo da utopia do ser que se lança livre, rumo à escritura do novo, que persiste em acontecer.
Se a liberdade do campo é o balanço do trigo ao vento; supostamente livre passeia a liberdade, sobre campos oriundos ao meio! Laterais dos gestos de adeus...nas bordas; saudade que não veio...
Campos...
Pertenço ao mundo que não creio, pelas faltas das figuras que anseio, na figura deixo claro os cantos aprendidos no gorjeio...!
Da ave secreta que me liberta, do poço dos desejos que se tornou minha cela...agora é pleno de água... e encerro a incognita.

Um comentário:

Pedrinhu disse...

Wooo
Muito bom,
muito lindo!!
gostei!!
XD